EGRESSOS
O egresso do Curso de Engenharia Aeroespacial da UnB está preparado para atuar em diferentes segmentos da indústria e da pesquisa científica e tecnológica. Entre as principais áreas de atuação destacam-se:
- Indústria de projeto e fabricação de aeronaves e espaçonaves
- Empresas aéreas e centros de lançamento
- Agências certificadoras e órgãos de coordenação de tráfego aéreo e espacial
- Laboratórios e centros de pesquisa
- Atuação autônoma, empreendedorismo e consultoria
A formação generalista e interdisciplinar favorece elevada empregabilidade e inserção qualificada no mercado de trabalho.
Conheça alguns perfis de sucesso
Fernanda Pimenta Cyrne
Venho do interior do Rio de Janeiro e ingressei na UnB pelo PAS com o objetivo de cursar Engenharia Aeroespacial. A universidade me proporcionou uma excelente base teórica, aliada a diversas oportunidades extracurriculares práticas ao longo da graduação, como a participação na equipe de Aerodesign Mamutes do Cerrado, na empresa júnior Zenit Aerospace e no grupo de pesquisa GMEC, por meio de um PIBIC. Nessas experiências, desenvolvi não apenas as competências técnicas necessárias à atuação como engenheira, mas também habilidades comportamentais e interpessoais. Na UnB, tive ainda a oportunidade de participar do programa Brafitec, por meio do qual realizei minha dupla graduação e mestrado no INSA Rouen, na França, ampliando minha visão internacional e abrindo portas profissionais. Atualmente, atuo na indústria espacial na França, com foco em simulação, testes e qualificação de sistemas de propulsão para satélites.
Kesiany Máxima de Souza
Kesiany Souza formou-se em Engenharia Aeroespacial pela Universidade de Brasília em 2018. É Doutora e Mestra em Engenharia Aeronáutica e Mecânica pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica, com atuação voltada ao desenvolvimento de produtos e aplicações industriais no setor de energia e aeroespacial. Atualmente é Engenheira de Petróleo na Petrobras, tendo atuado anteriormente como Engenheira de Desenvolvimento de Produto na Embraer. Sua trajetória combina sólida formação acadêmica com experiência prática em engenharia aplicada, abrangendo desde desenvolvimento tecnológico até atuação em grandes projetos industriais. Também possui experiência internacional pelo Florida Institute of Technology, reforçando sua formação em engenharia em contexto global.
Lucas Brasileiro Cesar Leitão
Meu nome é Lucas Brasileiro e sou engenheiro aeroespacial formado em 2018 pela Universidade de Brasília. Atualmente, trabalho como engenheiro de fadiga e tolerância ao dano na Airbus Operations, em Toulouse, França. Iniciei minha trajetória na FGA em 2008, na primeira turma de Engenharia Automotiva, e posteriormente migrei para Engenharia Aeroespacial assim que o curso foi criado. Tive a oportunidade de acompanhar de perto o crescimento do campus, desde suas primeiras instalações até a estrutura atual, motivo de grande orgulho. Durante a graduação, fui selecionado para um intercâmbio na ISAE-SUPAERO, em Toulouse, por meio de um programa da Airbus Defence and Space, experiência que consolidou meu interesse pela área de estruturas e materiais. Em seguida, realizei estágio na Airbus Helicopters, em Bordeaux, na área de fadiga e tolerância ao dano. Buscando aprofundar minha formação, ingressei em um doutorado na Université de Technologie de Troyes, na França. Nesse período, participei como engenheiro-chefe de uma missão lunar análoga da Agência Espacial Europeia, no Havaí, vivenciando desafios semelhantes aos das futuras missões do programa Artemis. Concluí o doutorado com excelência e, na sequência, fui selecionado pela Airbus, onde atuo até hoje no programa A350. A Engenharia Aeroespacial é uma área ampla e desafiadora, que oferece diversas possibilidades de atuação. A FGA proporciona uma formação sólida e um ambiente propício ao desenvolvimento. Com dedicação e resiliência, é possível alcançar oportunidades incríveis e, na aeroespacial, o céu realmente não é o limite.
Lui Txai Calvoso Habl
Entrei na UnB em 2010, quando o curso de Engenharia Aeroespacial na UnB ainda não existia, e acabei por participar da criação do curso, me formando na primeira turma em 2016. Durante a graduação, tive a oportunidade de participar de diversos projetos de pesquisa muito interessantes, focando na área de propulsão, física de plasmas e simulações, além de realizar um estágio na Airbus Defence and Space, na Alemanha. Após minha graduação, fiz meu mestrado em Física também na UnB e depois meu doutorado na Ecole Polytechnique / IP Paris, na França. Lá trabalhei com sistemas espaciais, e especificamente participei do teste em órbita do primeiro propulsor utilizando Iodo como propelente. Depois do doutorado, trabalhei na indústria de software, aplicando meus conhecimentos no desenvolvimento de sistemas de alto desempenho e críticos. Sinto que minha formação em Engenharia Aeroespacial na UnB foi fundamental e me preparou de maneira completa para atuar na indústria e academia de ponta e participando em projetos de alta relevância.
Luiz Fernando Rocha de Carvalho
Sou formado em Engenharia Aeroespacial pela Universidade de Brasília (UnB, 2017), onde construí uma sólida base em pensamento analítico, engenharia de sistemas e resolução de problemas. Já nos primeiros semestres, tive a oportunidade de participar de um projeto de iniciação científica focado em sensoriamento remoto e imagens de satélite, o que despertou meu interesse por análise de dados e Observação da Terra. O curso também me proporcionou oportunidades internacionais relevantes, incluindo um intercâmbio na University of California, San Diego, onde aprofundei meus conhecimentos em sistemas de satélites e aerodinâmica. Além disso, realizei um estágio no Institute of Aviation, na Polônia, aplicando na prática técnicas de sensoriamento remoto e processamento de imagens em um ambiente de pesquisa. A formação na UnB foi determinante para minha trajetória internacional, abrindo portas para o mestrado em Engenharia Aeroespacial na Sapienza Università di Roma, onde também tive a oportunidade de realizar um estágio na Agência Espacial Italiana (ASI). Posteriormente, essa base multidisciplinar me permitiu ingressar no mestrado em Gestão Internacional na LUISS Guido Carli, também em Roma, ampliando minha visão estratégica e de negócios. Essas experiências acadêmicas e internacionais moldaram minha especialização em análise de dados de satélite e inteligência artificial, que posteriormente evoluiu para minha atuação profissional. Atualmente, trabalho em Roma como Business Controller em uma empresa multinacional do setor aeroespacial, contribuindo para programas internacionais complexos ao integrar conhecimentos de engenharia com finanças, controle de projetos e tomada de decisão estratégica.
Paulo Fillipe Rodrigues de Oliveira
Fillipe Oliveira é egresso da Universidade de Brasília (UnB), com trajetória em Engenharia Automotiva e Engenharia Aeroespacial voltada à engenharia de sistemas complexos, desenvolvimento tecnológico e inovação aplicada. Atuou como founder em equipe de SAE Elétrico (FGR) e como pesquisador no LabTelecom, com participação em projeto, validação e prototipagem de sistemas, com destaque para o Stargate, voltado à caracterização de antenas de nanossatélites, e para o desenvolvimento de uma Estação Terrena de Baixo Custo, utilizado para comunicação com satélites, ambos financiados por editais da FAP-DF. No laboratório, consolidou competências em engenharia de sistemas, prototipagem, validação técnica, CAD, CAE, CAM e gestão de supply chain para sistemas experimentais. Hoje atua na Dyona, na interface entre engenharia de sistemas complexos, gestão tecnológica e inovação, contribuindo para a evolução de arquiteturas ciberfísicas para ambientes inteligentes. Sua atuação atual representa um desdobramento mais maduro das bases construídas no LabTelecom, especialmente na integração entre engenharia, validação e visão de arquitetura.
Paulo Gabriel Cunha Martins
Paulo Gabriel Cunha Martins formou-se em Engenharia Aeroespacial pela Universidade de Brasília em 2017. É Engenheiro Aeroespacial com Mestrado e Doutorado em Propulsão Aeroespacial pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica, com atuação focada em pesquisa aplicada, desenvolvimento de produtos e simulação numérica no setor aeroespacial. Ao longo de sua trajetória, destacou-se pelo desenvolvimento e teste de combustíveis inovadores para propulsão híbrida. Durante o mestrado, realizou o projeto completo, construção e validação de uma bancada de testes para motor-foguete híbrido. Atuou também como pesquisador no Instituto de Aeronáutica e Espaço, contribuindo em simulações e análises avançadas para projetos estratégicos de P&D. Possui ainda formação internacional pela TU Dresden, por meio do programa Ciência sem Fronteiras, consolidando sua experiência em engenharia aeroespacial em ambiente global.Segundo o Paulo Gabriel, “o que a UnB me proporcionou foi uma base forte de conhecimento, que me permitiu até o momento seguir uma carreira acadêmica aqui no Brasil. Em 2018 ingressei no ITA, fiz um mestrado na área de propulsão aeroespacial, e segui nessa área até a conclusão do doutorado no começo de 2024. Em seguida eu ingressei no IAE, onde pude atuar como pesquisador.
Rana Mayeli Piêgas Taborda
Sou graduada em Engenharia Aeroespacial pela Universidade de Brasília (UnB), onde construí uma base sólida nas áreas de estruturas e materiais, com ênfase em compósitos. Durante a graduação, fui bolsista de iniciação científica e também atuei como monitora, experiências que contribuíram significativamente para o aprofundamento do meu conhecimento e desenvolvimento acadêmico, além de proporcionarem maior proximidade com professores e projetos de pesquisa. Tive ainda a oportunidade de participar de projetos em manufatura aditiva e integrar equipes estudantis como a Mamutes do Cerrado Aerodesign e a Gama CubeDesign, o que fortaleceu minhas habilidades práticas e de trabalho em equipe. A formação na UnB teve papel essencial na minha trajetória, contribuindo para minha aprovação no mestrado europeu “European Master Course in Advanced Structural Analysis and Design using Composite Materials”, que concluí com passagens pela Universidade de Nápoles Federico II (Itália) e pelo INSA Toulouse (França). Atualmente, atuo como engenheira de propulsão na Boeing, lidando com desafios reais da indústria aeroespacial. Recomendo fortemente o curso pela combinação entre excelência acadêmica, oportunidades práticas e incentivo ao desenvolvimento internacional.
Sebastião Roni Vieira Filho
Olá, me chamo Roni, bacharel em Engenharia Aeroespacial (turma de 2018/1). A graduação em Engenharia Aeroespacial pela UnB/FCTE me proporcionou uma base de conhecimentos sólida, por meio de projetos e disciplinas que expandiram minha visão sobre o setor espacial e me abriram portas para o mercado profissional. No último ano do curso, realizei intercâmbio na área de sistemas espaciais na ISAE-SUPAERO (https://www.isae-supaero.fr/), em Toulouse (França), instituição reconhecida como uma das melhores do mundo na área aeroespacial. Realizei estágio profissional na ArianeGroup (https://www.ariane.group/) (antiga Airbus Safran Launchers), na área de propulsão líquida de foguetes, o que me deu ainda mais entusiasmo e confiança para trabalhar no setor espacial. Hoje, atuo como engenheiro de suporte e operações na ICEYE (https://www.iceye.com/), empresa finlandesa líder global em satélites SAR. Minha dica: aproveite ao máximo os projetos práticos e as parcerias internacionais que a UnB oferece. Envolva-se e sonhe alto, pois estar preparado é o que lhe permitirá agarrar as melhores oportunidades.
Vítor Lima Aguirra
Vítor Lima Aguirra, formado em Engenharia Aeroespacial pela UnB e atual aluno de Engenharia Eletrônica pelo processo de dupla diplomação da mesma. No final do ciclo comum de engenharias, no 5º período da UnB, comecei minha participação nas equipes de competição CRT, GCD, e Titans. Foi nas equipes e em projetos pessoais onde desenvolvi meus conhecimentos e habilidades que me destacaram como engenheiro, ganhando reconhecimento entre meus colegas, amigos, e professores. As equipes de competição fizeram uma enorme parte da minha trajetória, e tenho a elas a agradecer pelas oportunidades surgiram depois. Em 2024 vim para a Normandia pelo programa Brafitec fazer uma terceira graduação em engenharia física e sistemas embarcados, e atualmente realizo estágio na NXP. Foi uma longa jornada, mas não me arrependo de nada. Seguir meu próprio ritmo me permitiu manter minha sanidade, fazer bons contatos, e conseguir boas oportunidades. Hoje, me sinto um verdadeiro engenheiro multidisciplinar e completo, não alguém que sabe de tudo, claro, mas alguém preparado para aprender e se virar em qualquer situação que vier.

Formada em 2020
Formada em 2018
Formado em 2018
Formado em 2016
Formado em 2017 
Formado em 2017 
Formado em 2018 